quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pense Nisso!


... E a palavra é: Inteligência!!


É a velha história do "uma coisa leva à outra... e vice - versa." rs

Não sei se a ordem dos fatores abaixo é a correta (e, de qualquer forma, eles não alteram mesmo o produto) mas, acho que foi mais ou menos assim:


Fator 1.
Procurando por uma comunidade no orkut, "Já li mais de cem livros" ou algo do gênero, acabei achando duas. Uma com - pasmem!!!! - 81 membros, e outra com - caiam duros!!! 60. (contra os 300.304 membros da comunidade "Novela Passione", lógico!!!)
Fator 2.
Sou fanzoca do Einsten, além de um baita Físico, (o que, do ponto de vista de uma negação nas exatas, já faz dele "O" cara) o tiozinho teve cada pensamento de arrepiar. Genial!! Estes dias me deparei com este, super pertinente:

"Há duas coisas infinitas: O Universo e a estupidez humana. Quanto ao universo ainda não estou totalmente certo..."

Fator 3.
Foco na teoria de que o cérebro, assim como qualquer outro orgão do corpo humano, obedece a lei do uso e desuso... (se não for estimulado, utilizado, ele atrofia) 
Fator 4.
Comecei a ler um livro chamado "O Cérebro"- Um Guia para o usuário, do Dr. John J. Ratey.
Perfeito... Recomendo a leitura. 
Fator 5.
Blogueando por aí, http://www.sociallie.com/ achei este texto, que resume os fatores 1,2, 3, 4 e 5 :

"A diferença entre uma pessoa inteligente e uma ignorante é que esta não busca conhecer, estudar, indagar. Estudar não é só física, matemática, português. É procurar o motivo das coisas. Entender como tudo funciona. Estude suas palavras antes de falar. Conheça suas idéias antes de dizer. Indague antes de criticar.
O pior crítico é aquele que faz papel de palhaço expondo idéias sem base em suas próprias teorias. Seja autêntico! saia do clichê, do chavão. Pense!"

Compilando todas estas idéias soltas, cheguei à conclusão que, hoje em dia só é ignorante (no sentido de ignorar), quem realmente faz questão de assim ser, já que nunca as informações estiveram tão democratizadas...
Basta o menor interesse, o mínimo esforço e o Santo Google já se dispõe a matar metade de qualquer charada lançada... o resto o bom senso, e um pouco mais de interesse resolvem.

E não falo aqui de estudar até sangrarem os olhos, fundir a cuca; Apenas de procurar saber, sempre um pouco mais acerca das coisas...
Sei que cada um tem seu rítimo, seu tempo, suas dificuldades particulares, mas falta de interesse e alienação matam qualquer esperança que se possa ter, quanto aos achados de "Vida Inteligente na Terra"...
(Obviamente, também não é parte integrante desta crítica pessoas sem acesso às mídias em geral, no que tange aos problemas sociais, o buraco é mais embaixo...)
É de ficar, no mínimo triste, imaginar que pessoas de certo padrão social, percam horas com inutilidades, malhando pau na vida alheia, elaborando a melhor forma de sacanear, rindo feito hienas das coisas que não alcançam, dedicando-se a um narcisismo descabido em horas intermináveis de academia, e que considerem perda de tempo abrir um livro, assistir algo produtivo, praticar uma outra língua, estudar, ou mesmo utilizar a internet (que é uma excelente ferramenta, sabendo aproveitá-la) para coisas um pouco mais úteis...
Claro que uma boa dose de besteirol faz parte da vida, devemos sim nos dar ao luxo de um conteúdo supérfluo de vez em quando, que exercício físico é parte da qualidade de vida, e é mesmo muito bom aquele ócio despretensioso...
O problema é ser "só" isso.

Sei lá, parece que conhecimento anda meio fora de moda, como se inteligência, culturas diversas e até mesmo interesse em saber, fosse sinônimo de gente estranha, bitolada, antiquada, cafona e perigosa;
"- Nossa, como você é inteligente..." (seguido, praticamente, de dois passinhos para trás...)
Então, como não concordar com o Einstein sobre a infinitude da estupidez???
O ignorante tem que ter muito apego a esta sua condição com grandeza infinita, para recusar-se a aproveitar esta enxurrada de informações às quais somos expostos diariamente, e manter-se acomodado neste estado de torpor intelectual...
Leitura é um hábito, como qualquer outro. Questão de escolha incorporá-lo ou não...
Pensar dá mesmo trabalho, não nego; Estudar é árduo e pesquisar é frustrante, pois quanto mais se estuda, se aprende, mais se percebe quão ignorante se é, o tanto de coisas que nunca dominaremos.
Discernir também nunca foi fácil, mas é exercício diário (assim como a academia) e ao final de tudo, o cérebro literalmente entra em forma, e o que antes era um grande sacrifício, vai se tornando prazeroso.
São cerca de cem bilhões de neurônios, que nos foram dados, ávidos para mostrarem serviço, manterem-se na ativa ... Desperdício não utilizá-los, não???

Pense nisso!!!!